http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71081998000400015
BIOLOGIA DA POLINIZAÇÃO DE Jacaratia Spinosa (AUBL) ADC. (CARICACEAE) EM MATA RESIDUAL DO SUDESTE BRASILEIRO
PIRATELLI, A. J. PIÑA-RODRIGUES, F. C. M., GANDARA, F. B., SANTOS, E. M. G. e COSTA, L. G. S.
Verificou-se a existência de dois picos de visitação nas flores
masculinas, um entre 7 e 8 horas, representado principalmente por
borboletas e beija-flores, e outro entre 19 horas e 20 horas,
protagonizado pelas mariposas. Estes picos coincidiram com os horários
de maior concentração de açúcar no néctar. Nas flores femininas, também
caracterizou-se a existência de dois picos de visitação, um pela manhã,
entre 8 horas e 9 horas e outro à noite, às 20 horas.
domingo, 7 de abril de 2013
Brazil Biodiversity: Trochilinae em "raplining”. Beija-flores. RPPN Cantidiano Valgueiro. Polinização por beija-flores em uma área de caatinga no Município de Floresta, Pernambuco, Nordeste do Brasil.
Leal, Lopes e Machado
Revista Brasil. Bot., V.29, n.3, p.379-389, jul.-set. 2006
A comunidade de espécies ornitófilas da RPPN
Cantidiano Valgueiro apresenta (...) alguns
aspectos que diferem da maioria dos estudos com o
mesmo enfoque, realizados em outros ecossistemas,
como o baixo número de espécies tipicamente ornitófilas
que compõem a comunidade e a organização da
comunidade ornitófila por uma espécie de Trochilinae
(Chlorostilbon aureoventris)
sábado, 6 de abril de 2013
Bacias hidrográficas brasileiras: Erosão no Rio Madeira. The analysis revealed significant changes in geometry channel of Madeira River.
This study presents a multitemporal analysis the
fluvial dynamics of Madeira River from
multitemporal images Landsat – 5 TM, acquired in 19
87, 1997 and 2007. The analysis revealed significant changes in geometry channel of Madeira River.
O futuro da cultura agricola no Brasil: entrevista com os pesquisadores Assad e Pinto.
http://www.macroprograma1.cnptia.embrapa.br/scaf/noticias/foto-unicamp-entrevistas-12-de-outubro-os-pesquisadores-eduardo-assad-e-hilton-silveira-pinto-falam-sobre-os-efeitos-do-aquecimento-global-na-producao-agricola-brasileira
Inversão nas áreas de cultivo por mudança climática.
Assad: Mantidas as condições atuais, a produção de alimentos está ameaçada. O País está em risco? Está. Tudo está perdido? Não. O recado desse estudo é: temos soluções. Uma é mitigação, e ela é política. Podemos adotar práticas de mitigação imediatamente, como fomentar o plantio direto, incentivar a integração entre pecuária e lavoura e os sistemas agrossilvopastoris, reduzir queimadas e o desmatamento, recuperar as pastagens. Só de pasto degradado temos quase 100 milhões de hectares. O importante é mudar o parâmetro de manejo agrícola do Brasil. Tudo isso é “caneta” e pode imediatamente reduzir as emissões de gases de efeito estufa e seqüestrar carbono. Outra coisa é se adaptar para a nova situação. Ouvimos muita gente falar que ainda não tem motivo para preocupação, que os problemas são só para daqui 10, 20 anos. Mas não é assim. Para lançar uma nova variedade mais adaptada são necessários uns 10 anos e muito dinheiro. Mais ou menos R$ 12 milhões por ano em melhoria genética – por alto dá R$ 120 milhões para uma variedade. Então temos de começar a trabalhar desde já nisso, no melhoramento genético para suportar até 2ºC de aumento de temperatura e deficiência hídrica. E também buscar a adaptação das cultivares que estão aí. Vamos, por exemplo, levar o café mais para o sul, ver se as culturas se dão bem em outros lugares.
Inversão nas áreas de cultivo por mudança climática.
Assad: Mantidas as condições atuais, a produção de alimentos está ameaçada. O País está em risco? Está. Tudo está perdido? Não. O recado desse estudo é: temos soluções. Uma é mitigação, e ela é política. Podemos adotar práticas de mitigação imediatamente, como fomentar o plantio direto, incentivar a integração entre pecuária e lavoura e os sistemas agrossilvopastoris, reduzir queimadas e o desmatamento, recuperar as pastagens. Só de pasto degradado temos quase 100 milhões de hectares. O importante é mudar o parâmetro de manejo agrícola do Brasil. Tudo isso é “caneta” e pode imediatamente reduzir as emissões de gases de efeito estufa e seqüestrar carbono. Outra coisa é se adaptar para a nova situação. Ouvimos muita gente falar que ainda não tem motivo para preocupação, que os problemas são só para daqui 10, 20 anos. Mas não é assim. Para lançar uma nova variedade mais adaptada são necessários uns 10 anos e muito dinheiro. Mais ou menos R$ 12 milhões por ano em melhoria genética – por alto dá R$ 120 milhões para uma variedade. Então temos de começar a trabalhar desde já nisso, no melhoramento genético para suportar até 2ºC de aumento de temperatura e deficiência hídrica. E também buscar a adaptação das cultivares que estão aí. Vamos, por exemplo, levar o café mais para o sul, ver se as culturas se dão bem em outros lugares.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
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